22 de out. de 2014

A convivência entre crianças e cachorros

Por Bárbara Wohlgemuth e Gabrielle Fachini Cavaletti.


É comum vermos famílias que possuem filhos e cachorros e prezam pela relação próxima dos dois. Muitos criticam essa situação, pois consideram anti-higiênico ou até mesmo perigoso para a criança, porém esta convivência pode trazer diversos benefícios para a família, desde que haja os limites necessários.



Além de ajudar na prevenção e tratamento de doenças, os cães colaboram para o desenvolvimento saudável da criança, como por exemplo: diminuição do risco cardíaco, redução do estresse, maior disposição, fortalecimento do sistema imunológico, apoio a diabéticos, aumento da expectativa de vida, aumento da interação social e concentração.

Quando o cão já está presente na família antes do nascimento do bebê, é preciso que se continue dando atenção ao animal para que ele não se sinta substituído e não surja o sentimento de ciúmes, caso contrário o cão pode se tornar agressivo ou querer se vingar na criança.

 Quando o cachorro é filhote, certos cuidados precisam ser levados em conta, visto que a criança não reconhece que o cão pode ser delicado e sentir fome, sede e dor, por exemplo. Por isso as crianças e os cães nunca devem ficar sozinhos e sim sempre ter a presença de um adulto.

Quando a criança é educada e o cachorro recebe atenção, a convivência é benéfica para os dois, pois a criança aprende a respeitar os animais e ganha um parceiro para a vida toda, afinal os cães amam incondicionalmente.

Segundo o Webcachorros, as melhores raças para conviver com crianças são: Bulldog, Beagle, Bull Terrier, Collie e Terra Nova. Isto não significa que somente essas raças são adequadas, sempre dependerá da relação que o adulto proporciona ao ambiente. Estas são apenas algumas raças sugeridas devido ao temperamento harmonioso e facilidade à adaptação.

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