Por Raquel Hochsprung Miguel e Heloyse Gregório.
Sabemos que às mídias têm forte influência sobre a opinião pública, seja através da internet, jornais ou da televisão. Com o rádio, não é diferente.
As primeiras manifestações de um sistema radiofônico ocorreram no final do século XIX por Guglielmo Marconi, posteriormente desenvolvido por outros autores. No Brasil, a primeira transmissão aconteceu no Rio de Janeiro em 1922 e, durante o curso da história até aqui, teve um grande poder de influência massiva entre pobres e ricos.
Apesar e pelo fato do rádio ser um meio de comunicação invisual, instiga a imaginação do ouvinte fazendo com que o mesmo tenha uma maior interação e, portanto, maior aceitação ao que é propagado.
Um caso conhecido e real exemplifica de maneira clara a credibilidade que os indivíduos têm sobre o rádio. Trata-se da transmissão da Guerra dos Mundos, uma ficção, posta ao ar sem avisos prévios, cujo enredo relatava uma invasão de marcianos sobre a terra. O programa foi ouvido por cerca de seis milhões de pessoas, das quais, pelo menos, 1,2 milhão levaram o que foi dito a fio, repercutindo em desespero e caos nas ruas estadunidenses.
O rádio, paradoxalmente, também tem uma maior aceitação por transmitir emissoras, em sua maioria, regionais e, com isso, informações pertinentes ao interesse local. No entanto, a capacidade de abrangência da rádio em relação ao público e ao espaço geográfico é gigantesca, maior que os outros meios de comunicação.
Recentemente, nós, alunos de publicidade e propaganda da Furb, tivemos a experiência de escrevermos um roteiro para spot e atuarmos, no mesmo, como locutores. O trabalho visou um tema recorrente no período: as eleições à presidência da República de 2014. Tal trabalho nos ensinou macetes narrativos e, também, nos rendeu muitas gargalhadas. Confira acima, o resultado final do spot que fizemos do candidato Aécio Neves.
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